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É duro, bem duro mudar a cultura impregnada nas mínimas coisas. É duro abdicar de pequenos prazeres e reter a mão e vai em direção a um produto nada sustentável (aquela Nutella, como não comê-la?!); é complicado negociar pontos de vista e buscar atitudes que não necessariamente trazem benefício financeiro (aquela mata, aquele rio no fundo da fazenda onde se planta cana…); é bem complicado explicar ao filho que vocês vão adiar aquela viagem porque, “bom… filho, precisamos de água e eu vou mesmo é investir numa cisterna”.

O barco é o mesmo para todos, eu, você, everybody, toujours, weltweit e não tem jeito, ele está repleto de pequenos e grandes furos. Se pelo menos ele virasse, como a canoa da música que a mãe cantava, mas não: nosso barco vai minando água devagarinho… tão devagar que só percebemos depois de ouvirmos os que estão se afogando nos andares de baixo. Animais, pessoas e coisas que um dia foram valiosas, tudo boiando.

Mas há, sim, muito o que fazer. É preciso mudar a mentalidade nas empresas, abrindo fóruns para conversas significativas sobre impacto socioambiental e para ações contundentes. É preciso usar a criatividade e a capacidade de execução para imaginar novos barcos ou novos veículos por terra, mar e ar. São necessárias práticas de diálogo e ação que deem suporte a essa transição, formas de acessar e conectar a inteligência de todos, meios para mobilizar e engajar. Queremos produtos conscientes (ou pelo menos que quem os crie, seja), novos métodos de cálculo de retorno, outros KPIs (afinal que sucesso queremos?).

Somos um. É o que nos faz frágeis na incompreensão e na inércia de um sistema econômico falido, metidos que estamos na nossa burrice coletiva.

Somos um. É o que nos faz fortes: uma potência imensa de mentes e máquinas conectadas que podem gerar transições positivas à enésima potência.

Somos um paradoxo criativo, afinal! E essa é uma boa notícia.

Por isso estamos mudando também. Para poder reunir pessoas e alavancar cada vez mais transformações:

– nas empresas (começando nas familiares, não é ali que tudo começa?);

– na sua casa e no seu ambiente de trabalho ( o que você tem feito para usar melhor os recursos naturais mesmo?)

– na sua comunidade, com os stakeholders reunidos diante dos problemas que importam.

Precisamos de meios e narrativas que nos levem aonde queremos ir. E é só lembrar disso antes de dar o próximo passo ou a próxima remada, porque uma coisa é certa: seguiremos. Resta saber para onde.

nossa casa nova está em http://cann.com.br

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