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Este artigo é parte das conversas da RECA, rede de criatividade aplicada, que promove diálogo e projetos entre especialistas no tema. O colega sai da reunião e eu pergunto como foi. Ele responde “não quero saber se o pato é macho, eu quero é ovo”, imitando a entonação do chefe. Entendi imediatamente a mensagem: me tragam os resultados e… ponto. Eu nunca esqueci essa frase. Ela é, para mim, um símbolo da cultura da pressão, onde os meios não são questionados e a única finalidade é o resultado. É uma cultura que se exacerba na crise, quando estamos vivendo a escassez de recursos e a retração dos mercados, quando ninguém Leia mais

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A cada dois anos a gente reflete sobre como tem sido a aplicação do Leque e incorpora novos exercícios, tira outros, acrescente ferramentas novas. É a nossa caixinha de ferramentas para solução criativa de problemas. Se vc não conhece, contamos: o Leque de Criatividade é uma metodologia feita dessas ferramentas que consideramos efetivas na prática. Nós as ordenamos para que você possa utilizá-las de um jeito simples. E isso pode ser ensinado num workshop de dois dias, pode ser aplicado em processos mais longos, dependendo do projeto e agora poderá ser apoiado por processos virtuais de ideação. Aguarde que você vai conhecer a ferramenta virtual que vem por aí. Se Leia mais

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Todo problema é um nó. É difícil de entender como ficou enredado, mas ele pode ser desatado. Só que a gente trava: nas duas, nas quatro, a gente trava por vários motivos. Então vamos começar por dois clássicos. “Eu nem sei por onde começar” Então comece reconhecendo o problema. Comece distinguindo as várias dimensões que estão ali emaranhadas, vá separando cada um dos fios com paciência ao invés de dar a resposta padrão dos ansiosos que querem logo resolver o problema (aliás esse é o caminho mais curto pra fugir da inovação). Para isso usamos, por exemplo, o mapeamento de perguntas. Vamos gerando mais perguntas sobre um dado problema, vamos Leia mais

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Não adianta: você não sabe o ponto do brigadeiro até perceber quando ele desgruda da panela, e você não consegue inventar uma nova receita de brigadeiro com sabor de…. o que seja, se você não souber como “dar o ponto”. O mesmo acontece com a nossa criatividade: é preciso praticar, testar, jogar várias panelas de brigadeiro no lixo e provar uns tantos puxa-puxas grudados nos dentes do fundo. A questão que se coloca hoje em dia é: como acelerar o aprendizado da criatividade para criarmos o novo o quanto antes? Sim, é preciso acelerar porque as velhas respostas não servem mais, porque nossos modelos mentais simplesmente não dão mais conta Leia mais

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É duro, bem duro mudar a cultura impregnada nas mínimas coisas. É duro abdicar de pequenos prazeres e reter a mão e vai em direção a um produto nada sustentável (aquela Nutella, como não comê-la?!); é complicado negociar pontos de vista e buscar atitudes que não necessariamente trazem benefício financeiro (aquela mata, aquele rio no fundo da fazenda onde se planta cana…); é bem complicado explicar ao filho que vocês vão adiar aquela viagem porque, “bom… filho, precisamos de água e eu vou mesmo é investir numa cisterna”. O barco é o mesmo para todos, eu, você, everybody, toujours, weltweit e não tem jeito, ele está repleto de pequenos e Leia mais

Analogical thinking: exploring the borders of creativity

We recently had a very interesting experience during an innovation project on logistics. The group had a creative epiphany when making an analogy between their work process and… coconuts! Yes, the famous brazilian coconut is a logistic wonder! It has such properties that it can be considered a symbol of economy of resources, inteligent packaging and flexible transportation. But all poetic thinking, and analogy in particular, is an underutilized capacity in the management world. Although we still use it on a daily basis to explain to a kid, for example, that the subway is like an earth worm, we tend to be very literal in how we describe reality in Leia mais

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